Linha de base
Tempos e volumes normais são registrados antes de mudanças ou períodos críticos.
A percepção de lentidão pode nascer na aplicação, banco, rede, integração, relatório, dispositivo ou volume de trabalho. Medir o caminho completo evita ampliar infraestrutura sem corrigir a causa.
Dizer que o ERP está lento não permite reproduzir o problema. Informar que o faturamento de determinado lote passou de dois para oito minutos em horários de pico cria uma hipótese verificável e uma referência para comparar a correção.
Tempos e volumes normais são registrados antes de mudanças ou períodos críticos.
Aplicação, banco, rede, integração e processo são analisados com evidências correlacionadas.
Crescimento, sazonalidade e novos módulos orientam recursos e limites futuros.
Registre usuário, local, horário, operação, filtros, volume, duração e mensagem percebida. Compare com outra situação normal para identificar se o problema é geral, específico ou dependente de carga.
Monitore recursos no mesmo intervalo e preserve identificadores que liguem a ação do usuário a consultas, filas e serviços. Métricas sem correlação temporal podem apontar sintomas sem explicar a experiência.
Analise filas, bloqueios, consultas, índices, memória, processamento, armazenamento, latência e serviços externos. Um relatório pesado pode competir com rotinas operacionais; uma integração atrasada pode manter o usuário aguardando sem consumir muitos recursos locais.
Valide também desenho funcional: filtros amplos, consultas sem necessidade, etapas síncronas e processamento repetido podem exigir mudança de uso ou arquitetura, não apenas aumento de capacidade.
Acompanhe usuários simultâneos, transações, dados, filas e recursos ao longo do tempo. Relacione crescimento previsto, novas unidades, módulos, integrações e retenção de histórico à demanda futura.
Defina limites de alerta e planos de ação antes da saturação. Ajustes de configuração, arquivamento, escalonamento e otimização precisam considerar custo, risco e efeito mensurável.
Selecione transações críticas e registre duração, volume e recursos em períodos normais e de pico. Repita a medição após mudanças relevantes para separar variação esperada de deterioração progressiva.
Combine indicadores técnicos com resultado de negócio: pedidos processados, documentos emitidos, filas concluídas e tempo percebido. Assim, a equipe evita otimizar uma métrica sem efeito real sobre o trabalho.
O padrão da ocorrência orienta quais medidas e camadas devem ser analisadas primeiro.
| Padrão | Hipótese inicial | Comparação útil |
|---|---|---|
| Apenas um local afetado | Rede, dispositivo ou rota de acesso | Mesmo usuário em outra conexão |
| Somente em horário de pico | Concorrência, fila ou capacidade saturada | Recursos e volume fora do pico |
| Uma consulta específica | Filtro, plano de execução ou volume | Consulta equivalente com amostra menor |
| Após uma mudança | Versão, parâmetro, integração ou infraestrutura | Linha de base anterior e componentes alterados |
Uma transação bem descrita cria referência para separar causa, intervenção e resultado.
Registre operação, local, horário, volume, duração, frequência e efeito sobre o trabalho.
Observe aplicação, banco, rede, integração e recursos no mesmo intervalo da experiência.
Altere o fator provável em ambiente controlado e repita a transação com condições comparáveis.
Meça tempo, estabilidade e capacidade depois da mudança e acompanhe possíveis efeitos laterais.
Colete contexto do usuário e medidas técnicas no mesmo período.
Operação, usuário, local, horário, duração, frequência, volume e resultado esperado.
Versão, módulo, consulta, fila, integração, log, erro e processamento associado.
Processador, memória, armazenamento, banco, rede, latência e concorrência.
Histórico, tendência, pico, crescimento, novos projetos, limites e custos.
As respostas delimitam critérios sobre linha de base, causa isolada, capacidade prevista. Condições específicas são confirmadas no diagnóstico e na proposta comercial.
Não. O ganho depende da causa. Consulta, bloqueio, rede, integração, configuração ou processo podem permanecer lentos mesmo com mais infraestrutura.
Defina transações representativas e registre tempo ponta a ponta, local, horário, volume e resultado, comparando com uma referência previamente acordada.
Sim. Consultas extensas podem competir por banco, memória, processamento ou armazenamento. Agendamento, otimização e arquitetura analítica podem reduzir o impacto.
Quando crescimento, pico ou mudança relevante pode superar a capacidade e o risco justifica simular usuários, volumes e transações antes da produção.
Tendência de uso, pico, simultaneidade, duração, filas, crescimento de dados, latência e custo ajudam a antecipar limites e prioridades.
A THR relaciona experiência do usuário, aplicação e infraestrutura para investigar desempenho com evidências.
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