Patrocínio
A direção define prioridade, remove impasses e sustenta decisões que atravessam áreas.
A empresa não precisa ter todas as respostas, mas precisa criar uma forma de decidir, validar e assumir responsabilidades durante o projeto.
A equipe que conhece o negócio também mantém pedidos, compras, produção, fechamento e atendimento funcionando. Sem agenda, responsáveis e critérios de decisão, o projeto acumula pendências e empurra riscos para a entrada em produção. Preparar a empresa significa organizar participação interna e evidências, não apenas escolher uma data.
A direção define prioridade, remove impasses e sustenta decisões que atravessam áreas.
Cada processo e cadastro possui alguém capaz de explicar, fornecer dados e homologar.
Testes e aceite descrevem o que precisa funcionar antes da liberação.
Participar de reunião não é suficiente. O responsável deve levantar cenários, validar parâmetros, revisar dados e organizar testes com usuários.
Quando uma decisão depende de outra área ou da direção, o caminho de escalonamento precisa ser conhecido para não paralisar o cronograma.
Clientes duplicados, produtos sem unidade, fornecedores inativos e históricos incompletos não se tornam confiáveis ao entrar em um banco novo.
O projeto define recorte, correspondência, transformação, carga piloto e reconciliação. Regras comerciais, financeiras e operacionais também precisam de fonte e aprovador.
A equipe precisa conhecer sequência, acessos, suporte, procedimentos temporários e quem decide diante de uma exceção. Pendências aceitas devem estar registradas com impacto e prazo.
O acompanhamento inicial observa uso, dados e integrações. Ajustes seguem prioridade e homologação para que a estabilização não transforme produção em ambiente de teste.
A prontidão não significa ter tudo resolvido. Significa saber quem decide, quais evidências serão usadas e como cada entrega será aceita.
| Frente de preparação | Evidência mínima | Risco quando ausente |
|---|---|---|
| Governança | Patrocinador, responsáveis por processo e rotina de decisão definida. | Pendências atravessam fases sem uma autoridade capaz de resolvê-las. |
| Dados | Fontes inventariadas, responsáveis nomeados e critérios de saneamento. | A migração começa tarde e leva inconsistências para a homologação. |
| Processos | Cenários prioritários, exceções e limites da primeira etapa. | A configuração cresce sem controle e o escopo deixa de ser verificável. |
| Adoção | Usuários-chave, agenda de testes, treinamento e comunicação da mudança. | O sistema entra em produção sem domínio das rotinas críticas. |
A decisão deve usar evidências do projeto e não apenas a necessidade de cumprir um calendário.
Fluxos essenciais e exceções prioritárias foram configurados e testados.
Carga final possui recorte, reconciliação e responsáveis pelo aceite.
Usuários receberam acesso, treinamento e orientação para o primeiro período.
Suporte, contingência, legado e critérios de retorno estão definidos.
As respostas delimitam critérios sobre patrocínio, responsáveis, critérios. Condições específicas são confirmadas no diagnóstico e na proposta comercial.
O prazo depende do escopo e da qualidade atual. Responsáveis, fontes de dados e cenários críticos devem ser identificados ainda na fase de diagnóstico.
É necessário patrocínio da direção e coordenação com acesso às áreas. Cada processo também precisa de responsável por informação e aceite.
Não. Usuários-chave participam de validações durante o projeto. O treinamento operacional final consolida rotinas já homologadas e responsabilidades conhecidas.
Sim, quando dependências, cadastros comuns, integrações temporárias, responsáveis e critérios de aceite de cada etapa estão definidos desde o planejamento.
Falhas em processos críticos, dados não reconciliados, infraestrutura indisponível, usuários sem acesso ou ausência de suporte e contingência são exemplos que exigem decisão formal.
A THR relaciona patrocínio, responsáveis, critérios às necessidades e dependências da operação antes de apresentar o caminho possível.
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