Indicadores definidos
Fórmulas, eventos, períodos, filtros e responsáveis são aprovados antes da publicação.
A THR estrutura projetos de Power BI a partir das perguntas da gestão, das fontes disponíveis e das regras que formam cada número. O painel vem depois da definição, da qualidade e da rastreabilidade do dado.
Receita, margem, caixa, estoque, produtividade e prazo podem admitir conceitos diferentes. Antes de desenhar gráficos, o projeto define evento, período, filtros, responsáveis, atualização e nível de detalhe necessário para a decisão.
Fórmulas, eventos, períodos, filtros e responsáveis são aprovados antes da publicação.
ERP, planilhas e outros sistemas entram no modelo com origem, frequência e qualidade conhecidas.
Painéis destacam tendência, exceção e detalhamento compatíveis com o público e a decisão.
Cada indicador recebe finalidade, público e reação esperada. Um alerta de margem só produz valor quando o gestor consegue identificar período, produto, cliente, custo e condição que formaram o desvio.
Definições são registradas em linguagem compreensível pelas áreas. Quando existem visões legítimas diferentes, elas recebem nomes distintos para não misturar pedido, faturamento, competência e recebimento.
O Power BI pode consumir dados do ERP, planilhas e outras fontes quando existe acesso técnico adequado. O projeto avalia chaves, granularidade, histórico, qualidade, segurança e dependências de atualização.
Transformações devem ser reproduzíveis e monitoradas. Ajustes manuais sem trilha podem fazer o painel parecer correto enquanto a regra muda silenciosamente entre períodos.
Diretoria pode acompanhar tendências e comparações; gestores operacionais precisam localizar filas, exceções e responsáveis. A navegação organiza resumo, detalhamento, filtros e contexto sem transformar a tela em um catálogo de gráficos.
Cores, metas e alertas seguem critérios conhecidos. O acesso considera empresa, unidade, função e sensibilidade dos dados, inclusive quando o painel é consultado por web ou dispositivo móvel.
A arquitetura define onde estão as fontes, como a atualização ocorre, quem mantém credenciais e o que acontece quando uma carga falha. Frequência maior exige compatibilidade técnica e capacidade proporcional.
Licenças e serviços de terceiros dependem do cenário e são confirmados no escopo. A evolução do painel segue controle de versão, homologação e comunicação para preservar comparações e confiança.
O painel é especificado pela decisão e pela qualidade das fontes, não por uma lista genérica de gráficos.
| Frente | Pergunta gerencial | Dados que precisam conversar |
|---|---|---|
| Financeiro | Como caixa, inadimplência, despesas e resultado evoluem por unidade? | Títulos, baixas, contas, centros, períodos e projeções |
| Comercial | Onde receita, margem, carteira e conversão estão mudando? | Clientes, produtos, vendedores, pedidos, faturamento, custo e metas |
| Estoque e compras | Quais itens combinam excesso, ruptura, baixa cobertura ou atraso? | Saldos, reservas, consumo, pedidos, fornecedores, prazos e lotes |
| Produção | Quais ordens, linhas ou etapas concentram atraso, perda ou desvio? | Plano, apontamentos, materiais, tempos, qualidade, custos e paradas |
Exemplos atuais ajudam a reconhecer perguntas e limitações, mas não precisam determinar o desenho da nova análise.
Perguntas, problemas, públicos, frequência de acompanhamento e ações esperadas.
Nomes, fórmulas atuais, divergências, metas, filtros e responsáveis pela validação.
ERP, sistemas, bancos, arquivos, planilhas, responsáveis, históricos e formas de acesso.
Usuários, dispositivos, segurança, atualização, compartilhamento, licenças e suporte necessário.
As respostas delimitam critérios sobre indicadores definidos, fontes governadas, análise acionável. Condições específicas são confirmadas no diagnóstico e na proposta comercial.
Sim. O trabalho parte do público, das decisões, das fontes e das regras de cálculo, com filtros, atualização, segurança e critérios de aceite definidos.
Não. O ERP registra e controla processos transacionais; o Power BI complementa a análise e pode consolidar dados de uma ou mais fontes.
A viabilidade depende de acesso técnico, estrutura, volume, segurança e regras de uso da fonte. Essas condições são confirmadas antes da proposta.
Licenciamento depende da arquitetura, forma de compartilhamento e quantidade de usuários. Licenças e serviços de terceiros são identificados e confirmados no escopo.
A área responsável aprova conceito, fórmula, filtros, amostras e totais. Divergências são rastreadas até transformações, cadastros ou eventos de origem.
A THR relaciona indicadores definidos, fontes governadas, análise acionável às necessidades e dependências da operação antes de apresentar o caminho possível.
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