Versões
Cópias circulam por e-mail ou pastas e ninguém sabe qual representa a posição oficial.
Arquivos são excelentes para análise. Tornam-se frágeis quando assumem cadastros oficiais, aprovações, movimentações e passagens entre várias áreas.
Uma planilha costuma nascer para resolver uma urgência. Com o tempo recebe novas colunas, fórmulas, cópias e responsáveis. Quando passa a sustentar pedidos, estoque, caixa ou produção, qualquer versão errada pode afetar outras áreas. A transição para um sistema deve preservar o conhecimento útil sem carregar duplicidades e regras implícitas.
Cópias circulam por e-mail ou pastas e ninguém sabe qual representa a posição oficial.
Fórmulas, macros e critérios são compreendidos por poucas pessoas e não estão documentados.
Áreas gastam tempo comparando arquivos antes de conseguir executar ou decidir.
Se uma alteração incorreta muda compra, entrega, pagamento ou fechamento, o arquivo já ocupa uma posição crítica. Nesse estágio, proteção por senha e cópias adicionais não resolvem governança.
Também é um sinal quando várias pessoas precisam editar o mesmo controle, mas permissões, histórico e responsabilidades não acompanham o processo.
O inventário separa cadastros, saldos, históricos, fórmulas, listas auxiliares e relatórios. Cada item precisa de proprietário e finalidade.
Dados duplicados, valores livres e registros incompletos devem receber regra de tratamento. A carga piloto permite reconciliar quantidades e valores antes do corte.
O ERP registra cadastros, documentos, movimentos e aprovações. Exportações podem apoiar simulações e análises, desde que não retornem silenciosamente como fonte paralela.
Relatórios personalizados e Power BI reduzem a necessidade de reconstruir indicadores manualmente, mas dependem de conceitos e fontes definidos no projeto.
O inventário evita migrar controles duplicados e também impede que uma rotina importante seja esquecida na mudança.
| Tipo de planilha | Decisão possível | Cuidado necessário |
|---|---|---|
| Cadastro ou posição oficial | Transferir a responsabilidade para o ERP e bloquear versões concorrentes. | Sanear duplicidades, campos obrigatórios, proprietários e histórico necessário. |
| Passagem entre áreas | Substituir por fluxo, status, fila, aprovação ou integração. | Mapear exceções e confirmar quem recebe cada etapa. |
| Análise e simulação | Manter quando o uso for delimitado e a fonte vier do sistema. | Identificar período, filtros, versão e responsável pela interpretação. |
| Controle temporário | Definir prazo de retirada e condição para encerrar o paralelo. | Evitar que o temporário vire uma segunda operação permanente. |
O objetivo não é eliminar arquivos por decreto, mas entender quais riscos e regras eles escondem.
Qual decisão ou execução depende de cada arquivo.
De onde vêm os dados e com que frequência são atualizados.
Quem altera estrutura, valida conteúdo e resolve divergências.
O que será migrado, integrado, convertido em relatório ou encerrado.
As respostas delimitam critérios sobre versões, dependência, reconciliação. Condições específicas são confirmadas no diagnóstico e na proposta comercial.
Não. O objetivo é retirar delas funções transacionais e compartilhadas que exigem governança. Análises e simulações delimitadas podem continuar.
Dados podem ser avaliados para migração, mas colunas e fórmulas não devem ser copiadas automaticamente. É preciso mapear estrutura, qualidade e regra de destino.
A empresa deve identificar proprietário, frequência, origem e uso. Divergências precisam ser reconciliadas e formalmente aceitas antes da carga definitiva.
Validações e cadastros compartilhados podem reduzir erros, mas qualidade também depende de processo, treinamento, responsabilidade e conferência dos eventos registrados.
O recorte depende de continuidade, consulta, retenção e qualidade. Parte do histórico pode permanecer preservada no legado com acesso controlado.
A THR relaciona versões, dependência, reconciliação às necessidades e dependências da operação antes de apresentar o caminho possível.
Solicitar uma avaliação