Estrutura
Empresas, filiais, depósitos, centros, projetos e usuários representam a organização real.
Uma operação com várias empresas precisa compartilhar conceitos e controles sem apagar particularidades fiscais, comerciais, logísticas ou gerenciais de cada unidade.
Clientes, produtos, fornecedores, planos gerenciais e políticas podem ser comuns, parcialmente compartilhados ou locais. O desenho precisa explicar propriedade, replicação, atualização e consolidação para evitar cadastros duplicados ou regras aplicadas à unidade errada.
Empresas, filiais, depósitos, centros, projetos e usuários representam a organização real.
Unidades operam dentro de regras e permissões compatíveis com suas responsabilidades.
A gestão compara e reúne resultados sem perder origem, moeda, período ou critério.
Defina quais cadastros são centrais, quais recebem extensão local e quem pode alterar campos críticos. Uma mudança precisa considerar reflexos em todas as empresas que utilizam o registro.
Regras comerciais, fiscais e financeiras podem variar. O sistema deve aplicar contexto correto e impedir uso acidental de configuração de outra unidade.
Movimentações entre depósitos, empresas ou filiais geram documentos, custos, saldos e responsabilidades. O processo deve distinguir transferência física, compra, venda, prestação ou outra relação aplicável.
A demonstração precisa usar um cenário real e seguir reflexos até estoque, financeiro, fiscal e gestão.
Indicadores precisam usar plano gerencial, calendário e critérios compatíveis. Ajustes e eliminações devem permanecer explicáveis, não apenas alterar o total final.
Permissões determinam quem enxerga uma unidade, um conjunto ou o grupo. A visão consolidada não elimina a necessidade de chegar ao detalhe local.
Cliente, produto, fornecedor, plano de contas, condição comercial e tabela fiscal podem ter graus diferentes de compartilhamento. Para cada cadastro, defina quem cria, quais atributos são comuns, quais são locais e como uma alteração afeta as demais empresas ou unidades.
Consolidação também precisa preservar origem. A gestão pode querer visão do grupo, mas conciliações, tributos, estoque e resultado continuam dependentes da entidade correta. Permissões e relatórios devem respeitar essa fronteira sem impedir análises combinadas.
A arquitetura deve separar o que é comum do que precisa obedecer a contexto local.
| Elemento | Decisão necessária | Teste recomendado |
|---|---|---|
| Cadastros mestres | Criação central, extensão local ou manutenção independente | Alterar um atributo e observar o alcance |
| Regras fiscais e comerciais | Parâmetros por empresa, filial, operação e vigência | Simular a mesma transação em unidades diferentes |
| Permissões | Acesso por papel, entidade, estabelecimento e dado sensível | Testar usuário com atuação em mais de uma unidade |
| Consolidação | Eliminações, moedas, períodos e detalhamento de origem | Conciliar visão do grupo com livros e saldos locais |
Cenários comparáveis revelam onde a solução compartilha dados, aplica regras locais e consolida resultados.
Liste empresas, estabelecimentos, unidades, moedas, regimes e papéis que o ambiente precisa representar.
Separe atributos globais, locais, replicados e independentes para clientes, itens e fornecedores.
Execute a mesma operação com regras fiscais, comerciais, logísticas e de aprovação distintas.
Compare saldos locais com a visão do grupo e confirme permissões e detalhamento de origem.
O organograma jurídico sozinho não descreve como as unidades trabalham e compartilham informação.
Empresas, filiais, unidades, depósitos, centros, projetos e relações entre elas.
O que é comum, local, replicado ou complementado e quem mantém cada informação.
Transferências, serviços, compras, vendas, rateios e conciliações entre unidades.
Indicadores, moedas, calendários, ajustes, permissões e nível de detalhamento.
As respostas delimitam critérios sobre estrutura, autonomia, consolidação. Condições específicas são confirmadas no diagnóstico e na proposta comercial.
Não. Processos realmente comuns podem ser padronizados, enquanto diferenças legítimas entre empresas, unidades ou operações recebem configuração, permissão e responsabilidade próprias.
Depende da arquitetura e da governança. O projeto define registros comuns, extensões locais, permissões e efeitos de alterações.
Perfis consideram função, empresa, filial, depósito e tipo de informação. A segregação deve ser testada com usuários representativos.
A capacidade depende da estrutura e da regra. Conceitos, planos, períodos, ajustes e eliminações precisam ser definidos e validados.
Não. A implantação pode ocorrer em ondas, desde que dados compartilhados, integrações temporárias e critérios de expansão sejam planejados.
A THR avalia compartilhamento, autonomia, consolidação e infraestrutura com base na organização real do grupo.
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