Pergunta definida
Cada visão começa pelo problema gerencial que precisa ser acompanhado ou explicado.
Consultas, documentos e visões gerenciais são estruturados para responder perguntas reais, com filtros, dimensões e origem de dados conhecidos.
Um relatório útil declara o público, a decisão, a regra de cálculo, a fonte, a frequência e o nível de detalhe. A THR avalia esses elementos para organizar apresentações que permitam sair do total e chegar ao evento que explica o resultado.
Cada visão começa pelo problema gerencial que precisa ser acompanhado ou explicado.
Campos, cálculos, períodos e tratamentos de exceção são documentados com a área responsável.
Quando aplicável, o usuário navega do indicador consolidado até documentos e movimentos de origem.
Receita pode significar pedido, faturamento, competência ou recebimento. Estoque pode considerar disponível, reservado, em trânsito ou bloqueado. Margem depende de custo, impostos, frete e outras regras.
Antes de construir, a equipe define conceito, período, dimensões, filtros e responsáveis. Essa etapa evita painéis visualmente corretos que mostram números incompatíveis.
Operações podem exigir consultas diárias de pendências, enquanto a diretoria acompanha fechamento mensal e tendências. Documentos de execução, listas de exceção e visões executivas têm objetivos distintos.
O projeto pode combinar relatórios do ERP com Power BI quando há necessidade de consolidação, visualização analítica ou múltiplas fontes, mantendo clara a fronteira entre as ferramentas.
Uma alteração de cálculo pode mudar comparações históricas e decisões. Por isso, solicitações devem registrar motivo, impacto, versão e responsável pela homologação.
A gestão de acessos também importa: relatórios financeiros, comerciais ou de pessoas podem exigir públicos diferentes. Personalização responsável inclui regra, permissão e aceite, não apenas desenvolvimento rápido.
A operação também precisa de documentos para executar e conferir o trabalho. Conforme o escopo, o projeto pode estruturar romaneios de separação, etiquetas de expedição e relatórios tabulares prontos para impressão.
Esses documentos partem das mesmas regras e cadastros do fluxo operacional. Formato, campos, ordenação, quantidade de vias e momento de emissão são especificados com os usuários responsáveis.
A necessidade de personalização aparece quando relatórios genéricos não respondem às perguntas da direção, quando cada área calcula o mesmo indicador de uma forma ou quando chegar ao documento de origem exige combinar várias exportações. O problema pode estar na apresentação, mas também pode começar no cadastro ou no momento em que o dado é registrado.
A THR transforma a solicitação em uma especificação verificável: decisão apoiada, público, fórmula, filtros, dimensões, frequência, origem e tratamento de exceções. Essa abordagem permite distinguir uma consulta operacional, um documento de execução, uma visão gerencial e um painel de BI — formatos diferentes para necessidades diferentes.
Comercial, financeiro e direção apresentam valores diferentes para o mesmo período.
O relatório só fica pronto depois de copiar, cruzar e ajustar arquivos em planilhas.
O gestor enxerga o número, mas não consegue localizar rapidamente os eventos que o formaram.
A informação chega depois do momento em que compra, caixa, venda ou produção precisava de ação.
Exemplos atuais ajudam a entender a pergunta, mas a nova visão não precisa repetir limitações da planilha existente.
A ação que o usuário pretende tomar ao consultar a informação.
Quem acessa, quem valida e quais níveis de detalhe cada perfil pode ver.
Períodos, metas, unidades, produtos, clientes ou centros que precisam ser confrontados.
Sistemas, documentos, campos e momento em que o dado se torna confiável.
As respostas delimitam critérios sobre pergunta definida, regra conhecida, detalhamento. Condições específicas são confirmadas no diagnóstico e na proposta comercial.
A solicitação é analisada por objetivo, dados disponíveis, impacto, acesso e viabilidade técnica. Em alguns casos, a melhor resposta é corrigir um cadastro ou processo antes de desenvolver uma nova visão.
Não. O ERP pode oferecer consultas e documentos próprios. O Power BI é uma ferramenta complementar para análises e visualizações. A escolha depende das fontes, do uso e da arquitetura definida.
Formatos e formas de saída precisam ser confirmados no escopo. Antes de exportar, também se avaliam volume, proteção dos dados e risco de criar uma nova planilha paralela como base oficial.
A validação compara fonte, regra, filtros e casos conhecidos. A área responsável homologa amostras e totais, enquanto divergências são rastreadas até o cadastro ou evento de origem.
Sim, mediante análise. Mudanças em processo, cálculo ou necessidade gerencial podem exigir revisão. O impacto sobre histórico, usuários e outras visões deve ser conhecido antes da liberação.
A THR relaciona pergunta definida, regra conhecida, detalhamento às necessidades e dependências da operação antes de apresentar o caminho possível.
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