Identidade correta
Cada acesso pertence a uma pessoa ou serviço identificável, sem credenciais compartilhadas na rotina.
Permissões acumulam desvios quando pessoas mudam de função, cobrem colegas, participam de projetos ou deixam a empresa. A revisão conecta necessidade operacional, autorização e risco sem depender apenas de uma lista técnica de telas.
Um perfil pode parecer adequado isoladamente e ainda permitir combinações incompatíveis, como cadastrar fornecedor e liberar pagamento. A análise precisa considerar processo completo, dados sensíveis, unidades e alçadas.
Cada acesso pertence a uma pessoa ou serviço identificável, sem credenciais compartilhadas na rotina.
A permissão cobre somente tarefas, dados, empresas e períodos necessários à função.
Gestores confirmam acessos e exceções em frequência proporcional ao risco.
O acesso inicial parte da função aprovada e evita copiar perfis de outro usuário sem análise. Mudanças de área removem permissões antigas antes de acrescentar as novas, reduzindo acúmulo invisível.
Desligamentos, afastamentos e acessos temporários exigem data, responsável e confirmação. Contas de integração e serviço seguem outro ciclo, com proprietário, finalidade e credencial protegida.
Mapeie atividades incompatíveis e pontos que exigem aprovação independente. Quando a equipe pequena impede separação completa, estabeleça controle compensatório, como revisão posterior, relatório de exceção ou dupla autorização.
Alçadas devem considerar valor, empresa, unidade, tipo de operação e vigência. Exceções recebem justificativa e prazo para não se tornarem permanentes por esquecimento.
Entregue ao gestor uma visão compreensível de pessoas, funções, privilégios críticos, empresas e última utilização. Ele confirma, ajusta ou revoga cada situação relevante com registro da decisão.
Logs e alertas apoiam investigação de atividades sensíveis, mas não substituem desenho de perfil. O objetivo é prevenir acessos indevidos e manter evidência suficiente para apurar exceções.
Crie perfis com base em tarefas e riscos comuns, evitando permissões montadas usuário por usuário sem referência. Variações legítimas podem usar complementos temporários ou específicos, desde que mantenham aprovação e prazo.
Compare periodicamente o desenho do perfil com a operação. Se quase todos precisam de exceções, o modelo talvez esteja desatualizado; se poucos acumulam muitos complementos, investigue função, substituição e segregação.
A análise destaca acessos que podem produzir efeito relevante ou que perderam justificativa.
| Situação | Risco | Ação de revisão |
|---|---|---|
| Usuário sem vínculo ativo | Acesso permanece após desligamento ou término | Bloquear, investigar uso e corrigir o ciclo |
| Privilégio crítico sem uso | Exposição desnecessária e difícil de justificar | Revogar ou confirmar necessidade formal |
| Funções incompatíveis | Pessoa inicia e aprova a mesma operação | Segregar ou aplicar controle compensatório |
| Exceção sem validade | Permissão temporária torna-se permanente | Definir término, dono e revisão |
Uma primeira revisão reduz exposição imediata e estabelece o método para os demais perfis.
Cruze usuários do ERP com pessoas ativas, serviços, gestores, funções e último acesso.
Separe aprovações, cadastros, pagamentos, dados sensíveis e combinações incompatíveis.
Gestores confirmam, ajustam ou revogam com justificativa e prazo para exceções.
Corrija perfis e processos de admissão, mudança, desligamento e revisão periódica.
Cruze dados de pessoas, funções e permissões para enxergar diferenças entre o previsto e o real.
Situação, vínculo, gestor, função, unidade, último acesso e contas duplicadas ou compartilhadas.
Permissões, dados alcançados, transações críticas, aprovações e combinações incompatíveis.
Motivo, aprovador, início, término, controle compensatório e revisão necessária.
Solicitações, aprovações, alterações, revogações, revisões e registros de atividades sensíveis.
As respostas delimitam critérios sobre identidade correta, menor privilégio, revisão recorrente. Condições específicas são confirmadas no diagnóstico e na proposta comercial.
A frequência depende do risco, da rotatividade e das obrigações. Privilégios críticos e exceções temporárias normalmente exigem ciclos mais curtos.
Na rotina, não é recomendável porque elimina autoria e dificulta revogação. Contas técnicas precisam de finalidade, proprietário e controles próprios.
O gestor responsável pela função valida a necessidade; segurança, tecnologia ou controladoria podem revisar conflitos, padrões e requisitos adicionais.
Documente o conflito e aplique controle compensatório proporcional, como dupla aprovação, revisão independente, relatório de exceção ou limite de valor.
Logs ajudam a detectar e investigar, mas não impedem privilégios excessivos. Perfis, aprovações, revisões e revogações continuam necessários.
A THR apoia o mapeamento de perfis, conflitos, alçadas e evidências para adequar permissões à operação.
Solicitar uma avaliação