Consultoria e Sistemas de Gestão Empresarial

Sistema de gestão integrada para empresas em crescimento — local ou na nuvem

Organize os fluxos de trabalho, elimine ilhas de informação e dê à gestão uma visão confiável da empresa. A THR reúne as áreas em um sistema ERP que desenvolveu para ser altamente adaptável, com implantação no servidor local ou na nuvem.

  • Servidor local ou nuvem
  • Relatórios personalizáveis
  • Evolução próxima da operação
Sistema desenvolvido pela THRERP adaptável para acompanhar particularidades relevantes da operação
Infraestrutura flexívelImplantação no servidor da empresa ou na nuvem
Gestão com profundidadeRelatórios detalhados conforme a necessidade
Resposta próximaAjustes específicos tratados com agilidade técnica
Quando o crescimento cobra organização

O problema nem sempre é falta de dados. É cada área trabalhar com uma versão diferente.

Planilhas paralelas, cadastros duplicados e relatórios demorados fazem a direção decidir olhando para o passado. Um ERP integrado organiza o fluxo da informação desde a operação até a análise gerencial.

01

Controles espalhados

Financeiro, comercial, compras e estoque mantêm bases próprias, aumentando divergências e conferências manuais.

02

Retrabalho entre setores

A mesma informação é digitada, exportada ou corrigida várias vezes antes de chegar à gestão.

03

Relatórios que chegam tarde

Quando consolidar os dados exige horas de planilha, a decisão perde velocidade e confiança.

04

Sistema rígido

Processos importantes ficam fora do software porque a ferramenta não acompanha particularidades da operação.

Uma base, vários fluxos conectados

A operação registra. O ERP organiza. A gestão enxerga.

As áreas continuam com suas responsabilidades, mas passam a compartilhar cadastros, movimentações e critérios consistentes.

01

Vendas e faturamento

Pedidos, condições comerciais, documentos e acompanhamento.

02

Compras e estoque

Necessidades, entradas, saldos, movimentações e logística.

03

Produção e serviços

Planejamento, apontamentos, custos, projetos e execução.

04

Financeiro e gestão

Caixa, compromissos, resultados e relatórios gerenciais.

Do lançamento à decisão

Cada evento operacional precisa gerar reflexos claros nas áreas relacionadas

Integração não é apenas reunir telas no mesmo sistema. É registrar um fato uma vez, aplicar as regras definidas e disponibilizar a consequência para quem compra, vende, produz, fatura, controla o caixa ou analisa resultados.

Exemplos de encadeamento entre operação, registros do ERP e leitura gerencial
Evento na operaçãoReflexos que precisam ser tratadosLeitura para a gestão
Pedido confirmadoReserva de itens, condição comercial, faturamento previsto e recebimento.Carteira, disponibilidade, margem e projeção de caixa.
Compra recebidaEntrada física, atualização de custo, documento e compromisso a pagar.Cobertura, giro, posição com fornecedores e capital imobilizado.
Produção apontadaConsumo de materiais, horas, ordem, custo e entrada do item produzido.Eficiência, desvios de consumo, necessidade de compra e resultado industrial.
Pagamento ou recebimentoBaixa do título, movimentação de tesouraria, conciliação e classificação.Liquidez, inadimplência, compromissos e realizado contra previsto.

Os encadeamentos efetivos dependem dos módulos, regras e integrações definidos no projeto. A matriz serve para orientar o diagnóstico, não para presumir um escopo automático.

Diferenciais que mudam o projeto

O ERP precisa conversar com a empresa — e continuar evoluindo com ela.

A proximidade entre produto, implantação e suporte reduz a distância entre uma necessidade operacional e a resposta técnica.

Arquitetura do sistema ERP
01

Local ou na nuvem

A infraestrutura é definida conforme segurança, equipe, conectividade e estratégia da empresa — sem tratar uma opção como universal.

02

Relatórios realmente personalizáveis

Consultas, documentos e cruzamentos podem ser estruturados para responder às perguntas que a gestão precisa acompanhar.

03

Adaptação à operação

Processos específicos são avaliados tecnicamente para que o sistema acompanhe o negócio, sem transformar toda particularidade em controle paralelo.

04

Contato próximo com quem entende o sistema

Solicitações específicas recebem análise rápida e objetiva, com contexto de processo, dados e impacto entre áreas.

Módulos integrados

Controle operacional e visão gerencial na mesma plataforma

O escopo final é definido no diagnóstico. A estrutura abaixo mostra os principais fluxos que o ERP pode organizar em conjunto.

Gestão

Financeiro e tesouraria

Contas a pagar e receber, caixa, conciliação, centros de custo e acompanhamento de compromissos.

  • Posição financeira
  • Fluxo de caixa
  • Visões gerenciais
Ver gestão financeira
Receita

Vendas e faturamento

Da condição comercial ao documento emitido, com informações conectadas ao estoque e ao financeiro.

  • Pedidos e faturamento
  • Histórico comercial
  • Integração entre áreas
Ver vendas e faturamento
Suprimentos

Compras e estoque

Necessidades de compra, entradas, movimentações, saldos e rastreabilidade dos materiais.

  • Compras planejadas
  • Giro e disponibilidade
  • Movimentações rastreáveis
Ver compras e suprimentos
Conformidade

Fiscal e contábil

Organização das informações fiscais e apoio aos processos contábeis conforme o escopo implantado.

  • Documentos integrados
  • Regras parametrizadas
  • Base consistente
Ver gestão fiscal e contábil
Operação

Produção e PCP

Planejamento, apontamentos, materiais, custos e acompanhamento do processo produtivo.

  • Ordens e apontamentos
  • Custos industriais
  • Produção conectada ao estoque
Ver PCP e produção
Decisão

Estoque e logística

Movimentações, reservas, lotes, validade, romaneios, etiquetas e expedição conectados aos demais módulos.

  • Disponibilidade por local
  • Rastreabilidade aplicável
  • Separação e conferência
Ver estoque e logística
Infraestrutura sob decisão

Servidor local ou nuvem: a melhor escolha depende da sua realidade

A THR avalia o cenário técnico e operacional para definir uma implantação coerente com a empresa.

Na empresa

Servidor local

Indicado quando a organização possui estratégia, infraestrutura e equipe para manter o ambiente sob seu controle direto.

  • Operação no ambiente da empresa
  • Políticas internas de infraestrutura
  • Avaliação de contingência e acesso
Relatórios detalhados e personalizáveis

Não basta armazenar dados. O sistema precisa responder às perguntas da gestão.

A THR estrutura consultas, documentos e visões gerenciais conforme os dados disponíveis e a decisão que cada área precisa tomar.

Qual é a posição real do caixa?

Onde o estoque está parado?

Quais produtos ou serviços pressionam a margem?

Como compras, produção e faturamento estão relacionados?

Visão gerencialResultado por unidade
Receita operacionalConsolidado
Custos diretosPor centro
MargemPor produto
DisponibilidadePor período
Filtros e dimensões conforme o processoRelatórios configurados para a operação
Implantação com contexto

Do diagnóstico à entrada em produção, cada etapa reduz uma incerteza.

Escopo, cronograma e responsabilidades são definidos para cada projeto. A metodologia organiza as principais decisões.

  1. 01

    Diagnóstico

    Objetivos, processos, sistemas atuais e prioridades.

  2. 02

    Mapeamento

    Fluxos, responsabilidades, cadastros e regras.

  3. 03

    Configuração

    Parâmetros, dados, relatórios e integrações.

  4. 04

    Homologação

    Testes integrados com os responsáveis da empresa.

  5. 05

    Treinamento

    Uso prático conforme as rotinas implantadas.

  6. 06

    Acompanhamento

    Entrada em produção, suporte e evolução.

Uma demonstração que começa pela empresa

Leve processos reais para a conversa, não apenas uma lista de funcionalidades

Uma apresentação produtiva compara o sistema com situações que hoje consomem tempo, geram divergência ou atrasam uma decisão. Seis informações já permitem construir um diagnóstico inicial mais objetivo.

01

Relatórios críticos

Quais análises exigem consolidação manual e quem depende delas para decidir.

02

Controles paralelos

Planilhas, aplicativos ou rotinas mantidos porque o sistema atual não cobre o fluxo.

03

Cadastros essenciais

Clientes, produtos, fornecedores, contas e estruturas que sustentam a operação.

04

Integrações necessárias

Fontes, destinos, frequência e responsável por cada troca de informação.

05

Usuários e responsabilidades

Áreas participantes, aprovações, separação de funções e necessidades de acesso.

06

Infraestrutura desejada

Ambiente atual, conectividade e preferência preliminar entre servidor local e nuvem.

Para quem sabe que precisa mudar, mas ainda não tem um roteiro

Conteúdos para reconhecer o momento, comparar caminhos e preparar a empresa

Os temas partem das buscas reais de empresas por sistema ERP, software de gestão empresarial, gestão integrada e apoio para implantação.

Operações diferentes, gestão conectada

O ERP parte dos processos que sustentam cada negócio

As necessidades mudam por segmento. O diagnóstico identifica quais fluxos, relatórios e integrações merecem prioridade.

IND

Indústrias

Produção, materiais, custos, qualidade, estoque e visão financeira.

DIS

Distribuidoras

Compras, disponibilidade, vendas, logística e giro de estoque.

VAR

Comércio e varejo

Operação comercial, faturamento, estoque, caixa e indicadores.

SER

Prestadores de serviços

Contratos, projetos, custos, faturamento e acompanhamento gerencial.

AUT

Auto center e oficinas

Atendimento, peças, serviços, histórico, estoque e financeiro.

CON

Construção civil

Projetos, compras, custos, medições e informações consolidadas.

Competências complementares

Quando o cenário envolve outros sistemas, dados e processos

O sistema ERP desenvolvido pela THR é o produto central. A experiência em outras plataformas amplia a capacidade de diagnóstico, integração e análise da equipe.

Sistemas existentes

Consultoria TOTVS

Apoio em RM, Protheus e Fluig para processos, parâmetros, dados, relatórios, integrações e evolução.

Conhecer a consultoria TOTVS
Necessidades específicas

Desenvolvimento sob medida

Aplicações, integrações e rotinas quando o processo exige um recurso próprio além do ERP.

THR Sistemas

Tecnologia com entendimento de processo e proximidade técnica

A THR trabalha na conexão entre gestão, operação e dados. O contato começa pela realidade da empresa: como as áreas trabalham, onde a informação se perde e quais decisões precisam ganhar velocidade.

A partir desse diagnóstico, ERP, relatórios, integrações e consultoria são organizados conforme o cenário — sem misturar capacidades de produtos diferentes.

Perguntas frequentes

ERP, implantação, relatórios, BI e consultoria

Respostas diretas para diferenciar plataforma, projeto, infraestrutura e uso dos dados. O escopo de cada empresa é confirmado no diagnóstico técnico e comercial.

1. O que a THR Sistemas faz?

A THR Sistemas desenvolve e acompanha um sistema ERP, implantado no servidor da empresa ou em infraestrutura de nuvem. O trabalho também abrange relatórios gerenciais, Power BI, integrações, desenvolvimento específico e consultoria para ambientes TOTVS e SAP Business One.

O ponto de partida é o processo: onde a informação nasce, por quais áreas passa e qual decisão precisa ser apoiada.

2. Para quais segmentos o sistema ERP da THR pode ser configurado?

O sistema ERP desenvolvido pela THR pode ser configurado para indústrias, distribuidoras, comércio, prestadores de serviços, oficinas e outras operações com fluxos financeiros, comerciais, de suprimentos ou produção.

A aderência não é presumida pelo nome do segmento. Ela é confirmada a partir dos módulos, regras, integrações, volume de dados e particularidades levantados no diagnóstico.

3. O que é um ERP?

ERP é uma plataforma de gestão que conecta cadastros e eventos de diferentes áreas. Um pedido, por exemplo, pode refletir em estoque, faturamento, contas a receber e relatórios sem exigir redigitação em controles separados.

Módulos, permissões e regras variam por projeto; o valor está na consistência do fluxo, não apenas na quantidade de telas.

4. Como o ERP reduz retrabalho?

Redigitação, exportações manuais e conferências entre planilhas diminuem quando as áreas usam os mesmos cadastros e registram eventos no fluxo integrado.

A redução efetiva depende de mapear exceções, eliminar controles duplicados e orientar os usuários. Automatizar um processo mal definido apenas transfere o problema para o sistema.

5. A THR trabalha com Power BI?

Sim. A THR desenvolve painéis e indicadores em Power BI a partir de fontes avaliadas no projeto, inclusive dados de ERP quando existe acesso técnico adequado.

O desenho parte da pergunta de gestão, das regras de cálculo e dos filtros necessários. Aparência visual vem depois da confiabilidade e da utilidade do indicador.

6. O que é Business Intelligence?

Business Intelligence reúne métodos e ferramentas para transformar dados operacionais em análises. O trabalho inclui definir métricas, organizar fontes, tratar divergências e apresentar informações por período, unidade, produto, cliente ou outra dimensão relevante.

BI não corrige sozinho um cadastro ruim; a qualidade da leitura continua dependente da origem e da governança dos dados.

7. Como o Power BI se integra ao ERP?

A integração é viável quando o ERP disponibiliza dados de forma tecnicamente acessível e as regras de negócio estão documentadas. O Power BI pode então consolidar visões financeiras, comerciais, de estoque, compras ou produção.

Fonte, periodicidade de atualização, permissões e responsável por cada indicador precisam ser definidos antes da publicação do painel.

8. O que é consultoria TOTVS RM?

É um trabalho especializado sobre empresas que utilizam a plataforma TOTVS RM. Pode envolver levantamento de processos, parametrização, relatórios, integrações, revisão de dados e análise de solicitações específicas.

O escopo depende dos módulos instalados, da versão do ambiente e do objetivo da empresa; não se confunde com o sistema ERP desenvolvido pela THR.

9. O que é consultoria TOTVS Protheus?

A consultoria TOTVS Protheus trata processos e necessidades existentes nesse ambiente, como parâmetros, integrações, relatórios, dados e melhorias operacionais.

Antes de propor mudanças, é preciso identificar versão, módulos, customizações anteriores e impactos entre áreas. O serviço é complementar e permanece claramente separado do ERP desenvolvido pela THR.

10. A THR desenvolve dashboards sob medida?

Sim. Um dashboard sob medida é especificado a partir do público, da decisão, das fontes e das regras de cálculo. Também são definidos filtros, dimensões, frequência de atualização e possibilidade de detalhar o total até o registro de origem.

A construção só avança quando os responsáveis concordam sobre o significado de cada indicador.

11. Quais planilhas o ERP pode substituir?

O ERP tende a substituir planilhas usadas como controle operacional paralelo quando o processo correspondente entra no escopo e os usuários passam a registrar os eventos no sistema.

Planilhas de simulação ou análise pontual podem continuar úteis. O objetivo não é proibi-las, mas retirar delas cadastros críticos, saldos oficiais e rotinas que precisam de histórico, permissões e integração.

12. Como os dashboards apoiam a diretoria?

Painéis executivos organizam indicadores recorrentes em uma leitura comum para a diretoria. Eles facilitam a comparação entre previsto e realizado, períodos, unidades e áreas, desde que as regras estejam estáveis.

O ganho não vem de mostrar tudo em uma tela, mas de selecionar exceções, tendências e resultados que exigem uma decisão ou aprofundamento.

13. Como o ERP organiza o controle financeiro?

No escopo financeiro, o ERP organiza títulos a pagar e receber, movimentações de tesouraria, baixas, conciliações, classificações e centros de custo, de acordo com os módulos implantados.

A integração com compras, vendas e faturamento reduz lançamentos desconectados e melhora a leitura de caixa, compromissos, inadimplência e resultado.

14. Quais análises financeiras podem ser feitas no Power BI?

O Power BI pode reunir receitas, despesas, caixa, inadimplência e resultado em visões comparáveis por período, unidade ou centro de custo. A composição depende das fontes disponíveis e da regra aprovada pela área financeira.

Fechamento, competência, realização e projeção precisam ser diferenciados para que o painel não misture conceitos.

15. Como o ERP controla o estoque?

Entradas, saídas, reservas, transferências, inventários e vínculos com compras, vendas ou produção podem ser controlados no ERP, conforme a configuração implantada.

O sistema melhora a rastreabilidade, mas a qualidade do saldo exige unidades de medida coerentes, cadastros saneados, locais definidos e disciplina nos apontamentos físicos.

16. Quais indicadores de estoque podem ser mostrados no Power BI?

Sim. Indicadores de giro, cobertura, ruptura, curva ABC, itens sem movimentação e divergências de inventário podem ser construídos quando a origem contém dados suficientes.

Cada métrica deve declarar período, critério de custo, agrupamentos e tratamento de estoques bloqueados, em trânsito ou reservados.

17. A THR trabalha com indicadores de RH?

A THR desenvolve análises de RH quando existem fontes autorizadas e objetivo bem definido. Headcount, admissões, desligamentos, absenteísmo e turnover são exemplos, não um pacote automático.

Dados de pessoas exigem acesso restrito, minimização de informações e validação das regras pela área responsável.

18. O que é People Analytics?

People Analytics aplica análise de dados a questões de força de trabalho, como composição de equipes, movimentações, retenção, ausências e custos. O objetivo é observar padrões e apoiar decisões de gestão de pessoas.

Indicadores devem ser usados com contexto, critérios transparentes e cuidado para não transformar correlação em conclusão sobre indivíduos.

19. A THR desenvolve indicadores de compras?

Indicadores de compras podem comparar fornecedores, prazos, preços, volumes, atrasos, concentração e curva de materiais. A seleção depende da decisão que suprimentos precisa tomar.

Para interpretar variações corretamente, o painel deve distinguir condição comercial, impostos, frete, unidade de medida, qualidade e prazo de entrega.

20. Como o ERP integra os setores da empresa?

A integração ocorre quando um evento registrado por uma área alimenta os fluxos relacionados. Um recebimento de compra, por exemplo, altera disponibilidade, custo, documentação e compromisso financeiro segundo as regras do projeto.

Responsabilidades continuam separadas; o que muda é a base compartilhada e a possibilidade de rastrear a sequência.

21. Como o Power BI revela gargalos?

Indicadores de tempo, fila, atraso, retrabalho, capacidade ou desvio ajudam a localizar etapas que limitam o fluxo. O painel mostra onde investigar, mas a causa precisa ser confirmada com os responsáveis pelo processo.

Comparar períodos, unidades e produtos costuma revelar se o problema é recorrente ou pontual.

22. Como o ERP se aplica às indústrias?

Para indústrias, o projeto pode integrar materiais, estoque, compras, ordens, apontamentos, custos, qualidade, manutenção e financeiro. A combinação exata varia conforme o processo produtivo.

Estrutura de produto, unidades, tempos, perdas e forma de apropriação de custo precisam ser discutidos antes de avaliar aderência.

23. Como o ERP se aplica às distribuidoras?

Distribuidoras normalmente exigem conexão entre compras, disponibilidade, pedidos, separação, faturamento, logística, crédito e financeiro. O ERP organiza esses eventos em uma base comum.

Volume de itens, unidades de medida, lotes, regras comerciais, múltiplos depósitos e integrações logísticas entram no diagnóstico.

24. Como o ERP se aplica ao comércio?

Empresas comerciais podem integrar clientes, produtos, preços, pedidos, faturamento, estoque, compras e financeiro. O desenho considera canais de venda, quantidade de unidades, regras fiscais e forma de entrega.

A demonstração deve usar cenários reais, como reserva, devolução, troca, comissão e recebimento.

25. Como o Power BI apoia decisões?

O Power BI apoia decisões quando apresenta métricas compreendidas, atualizadas e vinculadas a uma ação. Um alerta de margem, por exemplo, só é útil se o gestor consegue identificar período, produto, cliente e formação do resultado.

O painel reduz o tempo de consolidação; a decisão continua sendo responsabilidade da gestão.

26. A THR desenvolve recursos específicos?

Sim. A THR avalia particularidades que não sejam atendidas pela configuração padrão. A alternativa pode ser um relatório, integração, rotina adicional ou aplicação complementar, e não necessariamente uma alteração no núcleo do ERP.

Objetivo, usuários, dados, permissões, impacto e critérios de homologação são definidos antes do desenvolvimento.

27. Como o ERP reduz erros operacionais?

Validações, cadastros compartilhados e lançamentos integrados reduzem erros decorrentes de digitação duplicada ou uso de versões diferentes da mesma informação.

O ERP não elimina falhas humanas por si só. Perfis de acesso, conferências, treinamento, saneamento de dados e acompanhamento após a implantação completam o controle.

28. O Power BI substitui reuniões?

Não. Um painel prepara a reunião ao oferecer uma referência comum, histórica e detalhável. A conversa deixa de começar pela coleta dos números e pode se concentrar em causas, prioridades, responsáveis e prazos.

Decisões complexas continuam exigindo contexto operacional e participação das áreas envolvidas.

29. Como a THR apoia empresas em crescimento?

Empresas em crescimento costumam sentir pressão sobre cadastros, aprovações, estoque, caixa e fechamento gerencial. O ERP ajuda a formalizar fluxos e responsabilidades antes que controles provisórios se tornem permanentes.

A implantação precisa respeitar a capacidade da equipe para sanear dados, testar cenários e adotar novas rotinas.

30. Como saber qual caminho tecnológico a empresa precisa?

Comece separando o problema em quatro grupos: execução do processo, integração entre áreas, qualidade dos dados e visibilidade gerencial. Controles paralelos e relatórios demorados também devem ser listados.

O diagnóstico indica se a prioridade é ERP, BI, consultoria, integração ou uma combinação por etapas.

31. A THR atende empresas em todo o Brasil?

A THR informa que atende empresas em todo o Brasil. O formato de diagnóstico, implantação, treinamento e suporte deve ser combinado segundo localização, complexidade, infraestrutura e escopo.

Disponibilidade, cronograma e eventuais atividades presenciais são confirmados na proposta do projeto.

32. A THR atende empresas em Limeira?

Sim. A THR está localizada em Limeira, no interior de São Paulo, e atende empresas da cidade e da região. A proximidade pode facilitar levantamentos e reuniões quando o projeto exige presença.

Endereço, telefone e canal de contato estão disponíveis no rodapé do site.

33. O que muda no ERP quando a empresa cresce rapidamente?

Crescimento rápido expõe limites de planilhas, cadastros duplicados, aprovações informais e relatórios montados depois do fato. Um ERP integrado cria uma base para padronizar o que já ganhou volume.

Antes de migrar, convém distinguir urgências operacionais de melhorias posteriores e definir uma implantação possível para a equipe.

34. Como usar o Power BI quando existem muitas planilhas?

O Power BI pode consolidar fontes e eliminar parte da preparação manual, desde que os dados tenham estrutura, acesso e regras compatíveis. Planilhas podem permanecer como fonte transitória, mas precisam de responsáveis e formato controlado.

Quando a planilha representa um processo operacional, a solução duradoura pode envolver ERP ou integração, não apenas visualização.

35. Como o ERP melhora a comunicação entre setores?

Ao compartilhar cadastros e encadear eventos, o ERP reduz mensagens, arquivos e conferências usados apenas para reconciliar áreas. Compras, estoque, faturamento e financeiro passam a consultar o mesmo fluxo.

A comunicação melhora quando responsabilidades, estados do processo e exceções também são definidos; instalar o software não substitui esse acordo.

36. Quais desperdícios podem aparecer no Power BI?

Painéis podem destacar diferenças entre consumo previsto e realizado, perdas, retrabalho, ociosidade, atrasos, compras emergenciais ou estoque sem giro. O indicador aponta onde concentrar a análise.

Para evitar conclusões apressadas, a empresa precisa comparar bases equivalentes e validar a causa com a operação.

37. A THR trabalha com integrações entre sistemas?

Sim. Integrações são avaliadas a partir dos sistemas envolvidos, dados trocados, direção do fluxo, frequência, autenticação, volume, tratamento de falhas e responsável operacional.

A viabilidade depende dos recursos técnicos disponíveis em cada plataforma. O projeto também define como conciliar registros quando uma transmissão não for concluída.

38. Como funciona o controle multiempresa no ERP?

O ERP pode organizar empresas, filiais, unidades ou centros dentro de uma estrutura definida, mantendo visões separadas e consolidadas quando o escopo comporta essa configuração.

Regras fiscais, cadastros compartilhados, transações entre empresas, moedas e permissões precisam ser analisados; multiempresa não deve ser tratado apenas como um filtro de relatório.

39. Como indicadores industriais relacionam produção, custo e estoque?

Em ambientes industriais, o Power BI pode combinar produção, paradas, consumo, qualidade, custos, estoque e atendimento do plano. A prioridade deve refletir uma decisão concreta, como investigar desvio ou comparar linhas.

Granularidade, momento do apontamento e integração com as fontes determinam a qualidade da análise.

40. Como uma distribuidora pode analisar vendas, estoque e logística?

Distribuidoras podem acompanhar vendas, pedidos pendentes, nível de serviço, ruptura, cobertura, giro, compras e desempenho logístico. Os recortes mais úteis variam por canal, região, família, cliente e depósito.

Uma leitura consistente exige padronizar unidades, calendário, cancelamentos, devoluções e regras de margem.

41. Quais processos manuais o ERP pode reduzir?

Rotinas manuais diminuem quando o ERP registra o evento na origem, executa validações e encaminha os reflexos às áreas seguintes. Digitações duplicadas e consolidações recorrentes são os primeiros candidatos.

Etapas que dependem de julgamento, exceção ou aprovação continuam exigindo pessoas e responsabilidades explícitas.

42. Como automatizar relatórios com Power BI?

A atualização de relatórios pode ser automatizada quando fontes, credenciais, infraestrutura e frequência permitem. O Power BI reduz a montagem repetitiva, mas cargas e atualizações precisam de monitoramento.

Também é necessário definir o que acontece quando uma fonte atrasa ou um dado não passa nas validações.

43. Como a THR conduz projetos personalizados?

Sim. Projetos podem combinar configuração do ERP, relatórios, integrações, Power BI, consultoria e desenvolvimento específico. A composição é decidida por prioridade e dependências técnicas.

Cada entrega deve ter escopo, responsáveis, dados envolvidos, critérios de aceite e forma de acompanhamento.

44. Como o ERP mantém a rastreabilidade das informações?

Movimentações registradas no ERP podem manter vínculos entre usuário, data, documento, item, origem e destino, segundo as capacidades e configurações implantadas. Isso facilita reconstruir o caminho de uma informação.

Rastreabilidade depende de permissões adequadas, cadastros estáveis e uso disciplinado dos fluxos; controles externos quebram essa sequência.

45. Qual é o papel do Power BI na governança de dados?

O Power BI contribui para governança ao aplicar definições comuns, fontes identificadas e regras de cálculo documentadas. Ele também evidencia divergências que precisam ser tratadas na origem.

Governança não é função exclusiva do painel: proprietários dos dados, acessos, qualidade, retenção e processo de mudança precisam existir na organização.

46. Como o ERP organiza ambientes com muitos usuários?

O ERP pode organizar perfis, responsabilidades e acessos para equipes maiores, desde que o desenho considere áreas, funções, aprovações e separação de atividades incompatíveis.

Quantidade simultânea de usuários, unidades, conectividade, infraestrutura e volume transacional também influenciam o projeto técnico.

47. Como acompanhar o desempenho da empresa no Power BI?

Indicadores financeiros, comerciais e operacionais podem ser acompanhados por período, unidade, produto ou responsável. Metas, tendências e exceções tornam a leitura mais acionável do que uma lista extensa de números.

Periodicidade e nível de detalhe devem seguir o ritmo de cada decisão, evitando cobrar atualização diária de um dado fechado mensalmente.

48. Qual é o papel do ERP na transformação digital?

ERP costuma ser uma base importante da transformação digital porque estrutura cadastros, responsabilidades e fluxos antes de automatizar análises ou integrações. Ele conecta atividades que antes dependiam de documentos isolados.

A transformação é organizacional e gradual: processos, dados, pessoas, infraestrutura e critérios de sucesso precisam avançar juntos.

49. A THR atende empresas que já usam TOTVS?

Sim. A THR presta consultoria relacionada a TOTVS RM, Protheus e Fluig, podendo avaliar processos, parâmetros, dados, relatórios, integrações e solicitações específicas.

O trabalho começa pelo ambiente existente — versão, módulos, customizações e prioridades — e não pressupõe substituição pelo sistema ERP desenvolvido pela THR.

50. Como escolher entre ERP, BI ou consultoria especializada?

ERP é a prioridade quando o problema está na execução e integração dos processos. BI entra quando as fontes já permitem consolidar e analisar informação. Consultoria é indicada para corrigir, ampliar ou reorganizar um ambiente existente.

Muitos cenários exigem etapas combinadas; o diagnóstico define dependências para não construir um painel sobre dados instáveis nem automatizar uma rotina ainda indefinida.

Converse sobre seu cenário

O primeiro passo é entender onde a operação perde controle, tempo ou visibilidade.

Explique como sua empresa trabalha hoje. A THR avalia se o próximo movimento envolve ERP, relatórios, integração ou consultoria.

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