Gestão para fluxos que não cabem em soluções rígidas

Sistema ERP desenvolvido pela THR e adaptável às necessidades da empresa

Conecte processos e informações de uma empresa em crescimento com o sistema desenvolvido pela THR, relatórios detalhados e liberdade para escolher entre servidor local ou nuvem.

Uma plataforma, uma base de informação

O ERP conecta o que acontece na operação ao que a gestão precisa decidir.

Pedidos impactam estoque e financeiro. Compras alteram compromissos e disponibilidade. Produção consome materiais e forma custos. Quando esses eventos estão ligados, a empresa reduz conferências e melhora a rastreabilidade.

Identificação interna do produto: Controla ERP.

Integração entre áreas

Cadastros e movimentações passam a alimentar fluxos relacionados, reduzindo ilhas de informação.

Regras parametrizadas

O sistema é configurado conforme processos, responsabilidades e critérios definidos no projeto.

Visão gerencial

Consultas e relatórios organizam a informação para acompanhamento financeiro, comercial e operacional.

Qualidade desde a origem

O relatório final é consequência de cadastros, regras e lançamentos bem governados

Um número confiável não nasce no painel. Ele começa na definição de quem registra, quais campos são obrigatórios, como exceções são tratadas e em que momento cada área assume a próxima responsabilidade.

01

Cadastros

Estruturas, classificações e responsáveis formam a linguagem comum do sistema.

02

Regras

Parâmetros transformam políticas comerciais, financeiras e operacionais em critérios de execução.

03

Eventos

Pedidos, entradas, apontamentos e baixas registram o que ocorreu e quando ocorreu.

04

Conferências

Validações e conciliações identificam inconsistências antes que cheguem à análise gerencial.

05

Indicadores

Relatórios combinam dimensões, períodos e filtros definidos para uma pergunta de negócio.

Capacidades centrais

Estrutura para controlar a rotina sem perder a capacidade de adaptação

O escopo é confirmado no diagnóstico e pode combinar módulos, relatórios, documentos e integrações conforme a operação.

Financeiro

Caixa, compromissos e resultados

Organização de contas, tesouraria, centros de custo e visões para acompanhamento financeiro.

Comercial

Pedidos, vendas e faturamento

Fluxo comercial conectado aos documentos, estoque e reflexos financeiros.

Suprimentos

Compras, materiais e logística

Planejamento de necessidades, movimentações, disponibilidade e rastreabilidade.

Operação

Produção, serviços e projetos

Apontamentos, materiais, custos, andamento e controle conforme o tipo de negócio.

Gestão

Relatórios e documentos personalizados

Consultas e apresentações de dados estruturadas para perguntas específicas da empresa.

Duas estratégias de infraestrutura

O mesmo foco de gestão, com implantação local ou em nuvem

A escolha considera ambiente atual, política de tecnologia, acesso, conectividade, contingência e responsabilidade sobre a infraestrutura.

Controle interno

Servidor local

O ERP opera no ambiente mantido pela empresa, conforme requisitos técnicos e responsabilidades definidos no projeto.

  • Avaliação do ambiente
  • Estratégia de acesso
  • Rotina de cópia e contingência
Relatórios com contexto

A pergunta da gestão orienta a forma de apresentar os dados.

Em vez de limitar a empresa a relatórios genéricos, a THR avalia filtros, campos, cruzamentos e documentos necessários para acompanhar o processo.

  • Informações financeiras por período, unidade ou centro de custo
  • Vendas, margem e desempenho por produto, cliente ou equipe
  • Estoque, movimentações, giro e disponibilidade
  • Produção, materiais, custos e andamento operacional
Como especificar um relatório útil

Antes do layout, a THR define a pergunta, a fonte e a responsabilidade pelo dado

Personalização não significa apenas acrescentar colunas. Um bom relatório precisa declarar para quem serve, qual decisão apoia, quais filtros alteram a leitura e como o usuário pode chegar do total à origem.

Pergunta

O que precisa ser decidido?

Exemplo: cobertura de estoque, necessidade de caixa, margem por operação ou desvio de custo.

Fonte

De onde vem cada campo?

Cadastros, documentos e eventos precisam ter origem, regra de formação e responsável conhecidos.

Dimensões

Como o resultado será analisado?

Período, empresa, unidade, centro, produto, cliente, projeto ou outra dimensão prevista no modelo de dados.

Uso

Qual frequência e nível de detalhe?

Consulta diária, fechamento mensal, documento operacional, exportação ou visão executiva exigem formatos diferentes.

Personalização responsável

Necessidades específicas são analisadas com rapidez, critério e impacto conhecido.

A solicitação começa pelo problema: qual rotina precisa mudar, quem participa, quais dados serão lidos ou gravados e que outros fluxos recebem o reflexo. A análise evita uma adaptação local criar divergência no estoque, no financeiro, na contabilidade ou nos relatórios.

A resposta técnica pode ser parametrização, revisão do processo, novo relatório, integração ou desenvolvimento. Quando o recurso ultrapassa o núcleo do ERP, Power BI e aplicações sob medida podem complementar a arquitetura.

01

Registrar a necessidade

Problema observado, resultado esperado, urgência e usuários envolvidos.

02

Avaliar alternativas

Configuração existente, ajuste de processo, consulta, integração ou desenvolvimento.

03

Medir os reflexos

Dados, permissões, módulos relacionados, documentação e risco operacional.

04

Homologar e liberar

Casos de teste, aceite do responsável, implantação e acompanhamento inicial.

Ciclo de implantação

Configurar o sistema é parte do trabalho. Preparar a empresa é outra.

O projeto organiza processos, dados, testes e usuários antes da entrada em produção.

  1. 01

    Diagnóstico e escopo

    Objetivos, prioridades, áreas, dados e responsabilidades.

  2. 02

    Mapeamento e configuração

    Fluxos, parâmetros, cadastros, relatórios e integrações.

  3. 03

    Dados e homologação

    Saneamento, migração, testes integrados e validação.

  4. 04

    Treinamento e evolução

    Entrada em produção, acompanhamento e ajustes.

Migração sem carregar desorganização

Levar dados ao novo ERP exige seleção, saneamento, reconciliação e aceite

Nem todo histórico precisa ser migrado com o mesmo nível de detalhe. O recorte considera continuidade operacional, consulta gerencial, exigências de retenção e qualidade das fontes disponíveis.

  1. 01

    Inventário das fontes

    Sistemas, planilhas, tabelas, responsáveis, volumes e limitações conhecidas.

  2. 02

    Mapeamento e saneamento

    Correspondência de campos, padronização, deduplicação e tratamento de registros inválidos.

  3. 03

    Carga piloto

    Importação controlada para conferir quantidade, saldos, vínculos e regras de transformação.

  4. 04

    Reconciliação

    Comparação entre origem e destino com critérios de aceite definidos por cada área.

  5. 05

    Corte e carga final

    Janela de transição, congelamento combinado, importação definitiva e registro das evidências.

Critérios para avaliar o projeto

Um ERP precisa caber no processo, na infraestrutura e na capacidade de adoção.

A demonstração deve partir de cenários concretos. Leve para a conversa os relatórios que hoje exigem mais trabalho, os controles paralelos mais críticos e os pontos em que uma área depende da outra.

01

Aderência aos fluxos

O sistema cobre as rotinas essenciais e permite tratar particularidades relevantes?

02

Qualidade da informação

Os dados podem ser organizados e apresentados conforme as decisões da empresa?

03

Implantação viável

Escopo, infraestrutura, migração, testes e treinamento estão claros?

04

Evolução e suporte

Existe proximidade técnica para analisar mudanças depois da entrada em produção?

Demonstração orientada ao seu cenário

Mostre onde a informação se perde. A THR apresenta como o ERP pode organizar esse fluxo.

Comece pelos processos mais críticos e pelos relatórios que a gestão precisa receber com mais confiança.

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